Uma viagem etílico-filosófica sobre a presença feminina na vida dos homens. Paulo Rebêlo // agosto.2002 Outro dia pude comprovar mais uma irredutível prova da burrice masculina. Sentado à mesa no bar do Carranca – aqui do lado de casa e um dos poucos que ainda descolam uma pendura – um colega chamado Ambrósio (nome fictício)… Continue reading
Posts in "Crônicas"
Síndrome da escova de dentes
Paulo Rebêlo // maio.2002 Quando dizem que adultos são tão ou mais crianças do que os próprios filhos, você pode até ousar admitir ser uma frase batida e piegas. Eu admito. No entanto, admita também que não é uma verdade apenas contextual, mas uma verdade tão factual que chega a ser embaraçoso. O fim de… Continue reading
Homens não ligam no dia seguinte
Paulo Rebêlo | nov.2001 Estava eu folheando um semanário quando, de repente, leio uma propaganda de uma operadora de cartão de crédito que dizia mais ou menos assim: “perfume tal: 50 reais; vestido novo para a festa: 120 reais; ele ligar no dia seguinte: não tem preço”. Na propaganda, aparece uma mulher de roupão, deitada… Continue reading
Mulheres de 30
Paulo Rebêlo // setembro.2001 E não é que a Globo inventou de reprisar a bendita Presença que Irrita? Agora que Anita voltou, é hora de tentar explicar o porquê de Nabokov e Balzac estarem se remexendo em suas respectivas tumbas sagradas. A púbere conseguiu o que centenas de pseudo-intelectuais tentaram, sem sucesso até hoje: escamotear… Continue reading
Apagão, louvado sejas tu
Paulo Rebêlo // maio.2001 É incrível como ainda existem pessoas que não conseguem ser simpáticas ao apagão. Parece mentira, mas ainda tem gente que não aprende: esta é uma oportunidade única em nossas vidas. São tantas coisas boas em conseqüência do apagão que apenas uma crônica não foi suficiente. O tal Ministro do Apagão, Pedro… Continue reading
Baby boom do apagão
Paulo Rebêlo // maio.2001 Estou impressionado com a quantidade de pessoas que reclamam sobre o iminente apagão generalizado que pode ocorrer no Brasil. Incrível como o pessimismo reina perante a sociedade quando, ao menos, poderiam pensar em tantas coisas boas para se fazer no escuro. Neste exato momento eu não consigo pensar em tantas, mas… Continue reading
Revolta dos eletrodomésticos 2/2
Paulo Rebêlo // maio.2001 Duas horas (cronometradas) depois do pipoco seguido da falta de energia, ligo ao prontidão da CELPE e recebo como resposta: “meu senhor, não está faltando energia no seu bairro, estou olhando nos computadores e não tem nada aqui.” Computadores, a culpa é sempre deles. A perdição do homem contemporâneo. Não mandei… Continue reading
Revolta dos eletrodomésticos 1/2
Paulo Rebêlo // maio.2001 Para o dicionário, ranzinza é aquele indivíduo birrento, insistente, teimoso, aborrecido, rabugento, impertinente, ranheta. O pai dos burros é demasiadamente meticuloso. Pode-se definir ranzinza apenas como aquele cidadão muito, muito chato. Simples assim. Pelos motivos acima expostos e outros quinhentos a mais, um ranzinza precisa morar só. Trata-se de um respeito… Continue reading
A pena misteriosa
Paulo Rebêlo // abril.2001 Quem mora sozinho, deve presenciar barulhos estranhos e situações inusitadas que sempre ocorrem e você não tem ninguém para lançar aquele olhar inquisitório e indagar sobre o acontecimento. Afinal, sem dúvida, duas cabeças sempre pensam melhor do que uma. É comum, no meio da madrugada, ouvir uma martelada oriunda do andar… Continue reading
Como conquistar uma mulher
manual prático para o galanteador pós-moderno do novo milênio Paulo Rebêlo // abril.2001 Todo ano as pessoas se olham no espelho e dizem para si mesmas: eu vou mudar. O contexto psicológico e desesperador na frase “eu vou mudar” é clamoroso o suficiente para fazer com que não queiramos entrar no mérito reflexivo da questão…. Continue reading