Posts in "Crônicas"

Bíblia do Solteiro Apostólico III

Paulo Rebêlo // abril.2003 Parte 3: As ovelhas recheadas estão bombando – Horário de almoço é uma excelente oportunidade para aumentar seu rebanho de ovelhas bundudas. Não se iluda: se todo dia você vai almoçar no mesmo lugar, com aqueles seus mesmos colegas de trabalho, é capaz de você ficar igual ou pior ao Frei… Continue reading →

Bíblia do Solteiro Apostólico II

Paulo Rebêlo – abril.2003 Parte II – Rebanho de Ovelhas Bundudas – O solteiro apostólico precisa ser, antes de tudo, um exímio pregador dos mandamentos sagrados da doutrina Tico-Tico no Fubá, a fim de poder atingir o ápice doutrinário: aumentar o rebanho das ovelhas-beatas ávidas por mostrar-lhe a belíssima trindade. Frei Ranzinza tenta seguir as… Continue reading →

As mulheres que nós amamos

Esta crônica eu dedico a todas as mulheres que não me querem Paulo Rebêlo // março.2003 * As mulheres que nós amamos não são, necessariamente, as mulheres que nós estamos apaixonados ou para as quais dizemos “eu te amo”. As mulheres que nós amamos não são as mulheres que nós amamos no sentido literal da… Continue reading →

Mulheres que nos amam

Paulo Rebêlo // março.2003 O ideal é depois de algumas cervejas, mas pode perguntar aos homens que você conhece, pois a maioria terá uma opinião semelhante: os caras que se dão bem com as mulheres mais maravilhosas são, em 90% dos casos, umas mulas. Ou, para entrar na moda do momento, umas éguas pocotós. Alguns,… Continue reading →

Bíblia do Solteiro Apostólico I

Paulo Rebêlo // fevereiro.2003 Parte I – A Doutrina Tico-Tico no Fubá – Para a maioria das pessoas, o solteirismo convicto não é uma opção; é um resultado. E um resultado ruim, quase como um defeito. Há controvérsias, mas esse tipo de mentalidade parece ter muito mais força entre as mulheres. Existem vários tipos de… Continue reading →

Ordenação do Frei Ranzinza

Paulo Rebêlo // janeiro.2003 Nosso anti-herói precisou voltar à terra natal – Ranzincity — e aproveitou para fazer uma visita a velhos amigos de um monastério. Na ocasião, terminou por hospedar-se em retiro compulsório. Uma semana depois, escreve uma carta a uma grande amiga, mas que provavelmente ninguém vai usar como Primeira Leitura na missa… Continue reading →

Vício itinerante

Paulo Rebêlo // janeiro.2003 Dizem que o hábito de ler jornal todo dia é um vício similar ao fumo: quando você consegue parar, fica se achando um tolo porque vê que não é tão difícil assim e que aquele vício, na prática, não lhe acrescentava em nada; você pode muito bem viver sem ele. Talvez… Continue reading →

Parente nem sempre é serpente

Paulo Rebêlo // dezembro.2002 Todo Natal e Ano-Novo é a mesma coisa: familiares se reencontram, tapinhas nas costas, abraços, beijinhos falsos e às vezes a tradicional troca de presentes. Se é para trocar presentes, ao menos que sejam presentes úteis. O problema de reencontrar familiares distantes no Natal é o mico de ter que levar… Continue reading →

O mistério da bolsa feminina

Paulo Rebêlo // novembro.2002 Anos atrás, eu não entendia o porquê de as mulheres levarem tanto bagulho nas bolsas. Pasta e escova de dente, colírio, pente, toalhinhas, lenços e dúzias de bugigangas. Era o tal “mistério da bolsa feminina”, popularmente conhecido como frescura de mulher. Elas sempre estiveram certas e nós, homens de pouca visão… Continue reading →

A lenda da alma gêmea

Paulo Rebêlo // outubro.2002 Pegar a estrada, de norte a sul do País, conhecendo lugares, visitando pontos históricos e conversando com as mais diferentes pessoas – é a maior prova de que é preciso ter muita, mas muita fé para acreditar naquela fábula de “alma gêmea”. Para quem jura de pé junto que já encontrou… Continue reading →