Artigos

O nazismo de Elon Musk é apenas o proselitismo americano

A saudação nazista de Elon Musk não é um crime contra a humanidade e nem sequer uma violação dos Direitos Humanos, dois argumentos que estão permeando o noticiário dos jornais latinos e europeus para descrever o ato. Não existe Direitos Humanos na América. O que existe são direitos americanos.
Do mesmo modo, não existe crimes contra a humanidade se essa humanidade não for americana.

Darwin e a seleção eleitoral das espécies

Na evolução biológica de Darwin e também na política, sobrevive quem consegue se adaptar ao meio. Às vezes, essa adaptação é uma ruptura no status quo; outras vezes, significa manter o mesmo estado das coisas para um novo momento. A ciência natural tende a acreditar que é uma escolha involuntária na natureza; a ciência política sugere que seja uma decisão voluntária dos políticos.

A inteligência artificial vence o atraso eleitoral, mas não supera a burrice natural

Nas eleições, quem precisa de Inteligência Artificial se a burrice natural já é tão eficiente nas campanhas? Incluindo o candidato, as equipes de marketing político e o eleitor do espetáculo da democracia.

Por dentro da pane global da CrowdStrike com o boy da informática

Os gringos da CNN dizem que o bug da CrowdStrike é a maior pane de tecnologia já registrada até hoje, mas sabe quem salvou o planeta de uma verdadeira hecatombe? O boy da informática.

A utopia de um Brasil líder da economia verde

Considerado potencial líder na economia verde, o Brasil continua submerso no ufanismo de país do futuro, enquanto milhões de brasileiros não sabem o que vão comer amanhã e ainda não comeram nada hoje.

O trabalho remoto que não te deixa respirar

No trabalho remoto, a única transformação digital que interessa é transformar sua saúde mental em carne moída e seu trabalho em nissin-miojo.

Oppenheimer e a relatividade do tédio

Uma sinopse bem realista do filme Oppenheimer (2023) cabe numa frase bem curta: são três horas de dramatização da estupidez humana. Quando os militares ou agentes políticos entram em cena, os diálogos são tão estúpidos que parece ficção. O único problema é que é tudo verdade. Estamos falando da quinta-essência da burrice, do suprassumo da ignorância.

Bastidores de seis anos da Editora Paradoxum

Foram dez novos livros publicados em 2022, um recorde nestes seis anos de atividade da Editora Paradoxum e uma loucura total em termos de produção, organização, logística e gestão, principalmente gestão. Ao mesmo tempo, muita alegria em ver autores novos publicados e a satisfação de autores veteranos que ampliam o universo de público-leitor.

PENSE GORDO: novo livro já disponível

PENSE GORDO é meu segundo livrinho, lançado em abril de 2023. Está disponível em formato tradicional e com frete grátis pela Editora Paradoxum; e também no formato e-book pela Amazon Brasil. Para quem está fora do Brasil, pode comprar o impresso no formato paperback, direto pela Amazon de cada país.

O ódio ao PT parece a síndrome do macho traído

Tem duas maneiras de entender o ódio ao PT e a Lula. A primeira é ler dois livros seminais de Jessé de Souza: A Elite do Atraso (2017) e A Classe Média no Espelho (2018). A segunda é a psicologia: para a maioria das pessoas, a traição é imperdoável.

Previous page Next page