Os animais digitalmente alienígenas de Spielberg
Fui assistir ao novo filme de Spielberg — Disclousure Day (2026) — e saí do cinema correndo para recuperar essas fotografias que fiz três anos antes, em junho de 2023.

Fui assistir ao novo filme de Spielberg — Disclousure Day (2026) — e saí do cinema correndo para recuperar essas fotografias que fiz três anos antes, em junho de 2023.
Na ficção juvenil de Highlander, os imortais só morrem se tiverem a cabeça cortada. Na obra prima de Bergman, a cabeça do cavaleiro entra em parafuso durante uma partida de xadrez com a Morte. Na dúvida, espero que deixem a minha no lugar. E resolvi voltar a jogar xadrez.
Descobri o que era jazz em 1992. O culpado é Michael Caine, que aos 90 anos resolve se aposentar. Obrigado, Michael Caine. Até hoje, nenhum outro estilo de música mexe comigo.
Uma sinopse bem realista do filme Oppenheimer (2023) cabe numa frase bem curta: são três horas de dramatização da estupidez humana. Quando os militares ou agentes políticos entram em cena, os diálogos são tão estúpidos que parece ficção. O único problema é que é tudo verdade. Estamos falando da quinta-essência da burrice, do suprassumo da ignorância.
A short synopsis of Oppenheimer (2023) fits into a short sentence: three hours of refined human stupidity. When military personnel or political stakeholders come into play, the dialogues are so absurd that they seem like fiction. Only problem is, as it turns out, it’s all very real.
A morte de Milan Kundera me trouxe à memória o quanto ele detestou a adaptação americana de ‘A Insustentável Leveza de Ser’, filme de 1988 baseado em seu livro de 1984.
Quando pisei na Coréia do Sul, em 2005, demorou a cair a ficha. Porque sem querer era um sonho de criança sendo realizado: conhecer a Ásia. Mas nunca imaginei que iria me sentir um Totoro de estimação.
Não tendo como medir, a saudade termina sendo o norte risível do quanto queremos alguém por perto. Mas também é o pior tipo de traição que existe.
Não tenho a menor simpatia pela França, especialmente por Paris que considero um engodo social, mas admito que durante muito tempo alimentei um fetiche pelo Aeroporto Charles de Gaulle.
Deixei de assistir excelentes filmes, sobretudo os clássicos, porque guardava para assistir com ela. Antes, não sobrava tempo. Depois, não sobrou ela.