Paulo Rebêlo // abril.2005 Boas músicas, boas comidas, bons filmes e bons livros. Precisa de algo mais? Talvez boas mulheres, se a coluna fosse para uma revista masculina. Como não é o caso, vamos deixá-las temporariamente ausentes da história. Na verdade, a gente não quer é receber e-mails desaforados das neofeministas de plantão, pois não… Continue reading
Posts tagged "mulheres"
O homem bonzinho e seus colóquios
Paulo Rebêlo // março.2005 É muito tênue, quase inexistente, a linha que separa um homem bonzinho de um homem tolo. Adjetivo este que doravante poderá ser substituído por mané, paspalho, inepto, insosso ou zé ruela. É comum generalizar que o homem bonzinho ‘nasceu ontem’ — uma expressão redundante para aqueles homens que só querem agradar…. Continue reading
Mulheres Bonitas
Paulo Rebêlo // fev.2005 Todo homem passa por um estágio, ou chega nele, em que começa a ficar abusado de mulheres bonitas. Aos poucos, vamos perdendo a paciência com as neuras e complexos que parte dessas mulheres carregam escondidos. As mulheres têm uma perícia ímpar em disfarçar, como bem sabemos, mas nunca percebemos. No plano… Continue reading
Mulheres e Maçãs
Paulo Rebêlo // julho.2004 Uma das maçãs do topo que conheço me enviou algo que fez o alien dentro do meu bucho se debater na própria baba: a definição das mulheres-maçãs. Dizem que foi o Machado de Assis, mas nunca se sabe. Quer dizer, eu não sei. Diz o suposto autor: “mulheres são como maçãs… Continue reading
A mulher fresca
Paulo Rebêlo // junho.2004 Mulheres adoram fazer analogias históricas, culturais, antropológicas, sociais, econômicas, políticas, geográficas, químicas, filosóficas e metafísicas para classificar os vários tipos de homens existentes no mercado. A gente cansa de ouvir essas classificações em mesa de bar e de ler em revistas.
Perdido na noite
Paulo Rebêlo // maio.2004 É incrível como todo mundo quer se dar bem no sábado à noite. Coisa meio sobrenatural. Não importa o lugar ou a pessoa. Tem gente que passa horas dançando na boate e não admite voltar para casa sem conseguir ao menos uma beiçada. Quando não consegue, é quase como ter perdido… Continue reading
Como escrever uma crônica – II
Paulo Rebêlo // abril.2004 Coça a barba e medita. É incrível como todo mundo quer se dar bem no sábado à noite. Ou o povo vai para lugar de azaração, onde as pessoas escolhem a dedo quem vão “pegar”, ou para um lugar cheio de casal. Também é ruim para beber sozinho. Mas… antes isso… Continue reading
Como escrever uma crônica – I
Paulo Rebêlo // abril.2004 Escrever poderia ser um negócio bem mais fácil. Bastava não ter alguém do outro lado para ler. Quase todas as crônicas são escritas durante o fim de semana. Tudo por conta de uma hipocrisia super ranzinza de que, durante a semana, não se deve perder tempo produtivo de trabalho com abobrinhas.
Promessas anuais em loop infinito
Paulo Rebêlo // janeiro.2004 Todo fim/início de ano é a mesma coisa. Justamente por ser a mesma coisa – um dia após o outro – sempre considerei um saco todo aquele excesso de festividades. Como festa é um bom argumento (precisa?) para beber, então tudo está perdoado aos alentos de Baco. O difícil de engolir… Continue reading
Relacionamento a três
Paulo Rebêlo // outubro.2003 Relacionamento a três consiste no seguinte: você, o bar e o garçom que lhe atende. É difícil, porque nem sempre os três lados convivem em harmonia. E quando um lado complica sua vida, você ainda tem outro para gerenciar.