Posts tagged "bares"

Pequenas burguesas, grandes afeições

Paulo Rebêlo // fevereiro.2007 Janeiro é quando as pessoas costumam fazer aquelas listas inúteis de prioridades. É sempre a mesma coisa, em fevereiro a gente nem lembra mais da lista e no final do ano não fizemos metade do que imaginamos. E no próximo ano, o ciclo se repete e, num piscar de olhos, uma… Continue reading

A fuga das Copinhas

Paulo Rebêlo // junho.2006 Santa paciência, Batman. Ninguém mais agüenta ouvir falar em Copa do Mundo. Nunca foi preciso derrubar tantas árvores no planeta para ler as mesmas análises enfadonhas em praticamente todos os jornais brasileiros. Enquanto a mídia, que está careca de Ronaldo e sob todo o peso da atividade diária, perde-se em abobrinhas… Continue reading

Perdão de pecador

Paulo Rebêlo // janeiro.2005 Naquele 31 de dezembro, Melancia finalmente teria uma tarde de alforria para tomar um aperitivo com os amigos. Fazia tempo que não encontrava os papudinhos do bairro, pois o trabalho o consumia quase por completo e, ao chegar em casa, tinha os guris e a esposa para gerenciar.

Como escrever uma crônica – I

Paulo Rebêlo // abril.2004 Escrever poderia ser um negócio bem mais fácil. Bastava não ter alguém do outro lado para ler. Quase todas as crônicas são escritas durante o fim de semana. Tudo por conta de uma hipocrisia super ranzinza de que, durante a semana, não se deve perder tempo produtivo de trabalho com abobrinhas.

Rapsódia da Separação

Paulo Rebêlo // novembro.2003 Toda separação dói. Só muda a intensidade. Separações planejadas, programadas, surpresas, temporárias, inesperadas. Talvez nenhuma machuque tanto quanto as separações abruptas. É como chegar em casa após um longo dia de trabalho, trocando qualquer coisa por um colo e cafuné, para só então perceber que a outra pessoa arrumou as malas… Continue reading

Relacionamento a três

Paulo Rebêlo // outubro.2003 Relacionamento a três consiste no seguinte: você, o bar e o garçom que lhe atende. É difícil, porque nem sempre os três lados convivem em harmonia. E quando um lado complica sua vida, você ainda tem outro para gerenciar.

O super vô ranzinza da barbona branca

Paulo Rebêlo // setembro.2003 Depois da última crônica, não consegui parar de pensar na possibilidade de ter netos sem precisar ter filhos. Será possível? Domingão é sempre um dia bom para refletir nos mandos e desmandos da vida. De ceroulão em manhã chuvosa, resolvo terminar aquele restinho de Contreau (tira a ressaca que é uma… Continue reading

Bíblia do Solteiro Apostólico II

Paulo Rebêlo – abril.2003 Parte II – Rebanho de Ovelhas Bundudas – O solteiro apostólico precisa ser, antes de tudo, um exímio pregador dos mandamentos sagrados da doutrina Tico-Tico no Fubá, a fim de poder atingir o ápice doutrinário: aumentar o rebanho das ovelhas-beatas ávidas por mostrar-lhe a belíssima trindade. Frei Ranzinza tenta seguir as… Continue reading

As mulheres que nós amamos

Esta crônica eu dedico a todas as mulheres que não me querem Paulo Rebêlo // março.2003 * As mulheres que nós amamos não são, necessariamente, as mulheres que nós estamos apaixonados ou para as quais dizemos “eu te amo”. As mulheres que nós amamos não são as mulheres que nós amamos no sentido literal da… Continue reading

Mulheres que nos amam

Paulo Rebêlo // março.2003 O ideal é depois de algumas cervejas, mas pode perguntar aos homens que você conhece, pois a maioria terá uma opinião semelhante: os caras que se dão bem com as mulheres mais maravilhosas são, em 90% dos casos, umas mulas. Ou, para entrar na moda do momento, umas éguas pocotós. Alguns,… Continue reading