Pedi uma pizza e veio uma tesoura junto. Não me contive e perguntei ao garçom: cidadão, a tesoura é para quê? Para tesourar o pizzaiolo?
Tesoura de cortar pizza
Uma aposta me fez descobrir o falafel
Idiota gastronômico que sou e sempre fui, nunca tinha ouvido falar de falafel até meados de 2006. Um colega americano, vegetariano, me desafiou a “não gostar” do falafel recheado que ele conhecia e me levou até uma barraquinha que vendia lanches vegetarianos.
O nazismo de Elon Musk é apenas o proselitismo americano
A saudação nazista de Elon Musk não é um crime contra a humanidade e nem sequer uma violação dos Direitos Humanos, dois argumentos que estão permeando o noticiário dos jornais latinos e europeus para descrever o ato. Não existe Direitos Humanos na América. O que existe são direitos americanos.
Do mesmo modo, não existe crimes contra a humanidade se essa humanidade não for americana.
Darwin e a seleção eleitoral das espécies
Na evolução biológica de Darwin e também na política, sobrevive quem consegue se adaptar ao meio. Às vezes, essa adaptação é uma ruptura no status quo; outras vezes, significa manter o mesmo estado das coisas para um novo momento. A ciência natural tende a acreditar que é uma escolha involuntária na natureza; a ciência política sugere que seja uma decisão voluntária dos políticos.
A inteligência artificial vence o atraso eleitoral, mas não supera a burrice natural
Nas eleições, quem precisa de Inteligência Artificial se a burrice natural já é tão eficiente nas campanhas? Incluindo o candidato, as equipes de marketing político e o eleitor do espetáculo da democracia.
Por dentro da pane global da CrowdStrike com o boy da informática
Os gringos da CNN dizem que o bug da CrowdStrike é a maior pane de tecnologia já registrada até hoje, mas sabe quem salvou o planeta de uma verdadeira hecatombe? O boy da informática.
Não cortem minha cabeça
Na ficção juvenil de Highlander, os imortais só morrem se tiverem a cabeça cortada. Na obra prima de Bergman, a cabeça do cavaleiro entra em parafuso durante uma partida de xadrez com a Morte. Na dúvida, espero que deixem a minha no lugar. E resolvi voltar a jogar xadrez.
Uma carta rica antes de morrer pobre
A gente costuma dizer que ninguém deve ter raiva de quem morreu. Eu tenho. Quando vejo amigos queridos desesperados, sem saber o que fazer e sendo cutilados financeiramente por funerárias, advogados, empresas fantasmas e golpes de todo tipo, tenho muita raiva. E anoto o nome de todos esses defuntos para que eu mesmo vá entregar uma carta de despejo quando for minha vez de chegar onde eles estão, seja lá onde for.
A utopia de um Brasil líder da economia verde
Considerado potencial líder na economia verde, o Brasil continua submerso no ufanismo de país do futuro, enquanto milhões de brasileiros não sabem o que vão comer amanhã e ainda não comeram nada hoje.
O jazz da aposentadoria de Michael Caine e meus ouvidos musicalmente moucos
Descobri o que era jazz em 1992. O culpado é Michael Caine, que aos 90 anos resolve se aposentar. Obrigado, Michael Caine. Até hoje, nenhum outro estilo de música mexe comigo.

