Invista ou não insista
Não sei se vocês já repararam, mas a gente faz uma equação matemática termodinâmica nuclear da repimboca da parafuseta do Bóson de Higgs para tentar descobrir se é hora de acabar um relacionamento.
Não sei se vocês já repararam, mas a gente faz uma equação matemática termodinâmica nuclear da repimboca da parafuseta do Bóson de Higgs para tentar descobrir se é hora de acabar um relacionamento.
Nos anos 90, fui cobrir uma palestra de um desses famosos gurus da publicidade. No final, trocamos umas ideias e ele me contou que estava muito impressionado com o Nordeste porque, durante um dos debates em João Pessoa, um paraibano entrou na discussão e tinha um grau de conhecimento quase tão bom quanto o dele.
Quando me dizem que preciso conhecer fulana porque ela é uma fofa, não sei se pulo bêbado no Rio Capibaribe ou se me afogo num mar de cerveja quente.
Nem são as mais bonitas ou mais inteligentes que já conhecemos. São apenas a equação perfeita de tudo aquilo que admiramos, gostamos e esperamos. Só é uma pena que todo esse equilíbrio, quando a gente encontra, geralmente desequilibra nossa vida inteira.
Deixei de assistir excelentes filmes, sobretudo os clássicos, porque guardava para assistir com ela. Antes, não sobrava tempo. Depois, não sobrou ela.
O melhor e o pior de voltar a trabalhar no Recife Antigo é o saudosismo. Por dez anos me vi pensando como seria esse regresso ao antro de boemia que tanto me abraçou, às vezes literalmente, nas madrugadas inóspitas à procura de um isqueiro.
Lembro de madrugadas insones quando pensava: o que eu faria se ela batesse à porta agora, às três horas da manhã? Pura retórica. O que consome a gente não é saber o que vamos fazer na hora, pois isso a gente sabe melhor do que ninguém. É saber o que vamos fazer depois.
Está pronta a nova edição de 100 amores. Agora com ISBN e aprovado nas prateleiras da iBookstore, a loja de livros de Apple. Para comprar ou fazer o download de […]
Dia desses, paguei vinte reais por um sanduíche de queijo. Não foi em restaurante chique, foi numa barraca de praça, no meio da rua. Não fiquei rico, apenas não aprendi a deixar de ser jeca tatu. Li na internet sobre a fama do sanduíche e, como qualquer outro gordinho guloso e queijudo, eu não ia dormir em paz enquanto não fosse conhecer.
Depois de 15 anos em jornais, revistas e colunas na internet, o livro com as Crônicas Hipopocaranga é lançado pela loja Kindle Brasil da Amazon. 100 amores é uma coletânea […]